DOS TEMPOS MODERNOS A MATRIX

30 Out

O homem foi tomado como mestre, por ter como base à busca pela liberdade.

No séc. XIX Baudelaire sai das convenções da poesia e da sociedade. 

Na década de trinta, Chaplin com o seu filme Tempos Modernos, queria somente mostrar a busca do homem pela felicidade, expressando com simplicidade formas corporais que denunciavam a pressão, a ansiedade e uma crise econômica e social. Porém Carlitos fez uma severa crítica ao fordismo como oposição ao progresso. Fazendo de “Tempos Modernos”, uma obra –prima e uma realização da cultura de massa. Quem, no entanto, ignora que, de maneira geral, esse tipo de cultura, é controlada pela chamada indústria cultural, deve limitar e adaptar os produtos ao interesses da empresa?

Conceitos como cultura global, modernidade e pós-modernidade são sempre expressas, mas nem sempre devidamente justificados e inseridos com adequação em seus contextos históricos. É preciso que esses temas sejam tratados com equilíbrio e isenção, apontando a diversidade de óticas que coexistem e contribuem para a diferenciação de seus significados, condicionados a seus contextos geradores. A Revolução Industrial não fez só do homem um robô, mas sim trouxe a tecnologia ao mesmo.

Os nossos antepassados mais primitivos criaram e desenvolveram, os instrumentos, as técnicas, os arcos, as flechas, a cerâmica. Desenvolveram a obra-prima, mas não usufruíram dela. Venderam sua mão-de-obra e criatividade a quem poderia comprar.

Chaplin, na década de trinta, tentou nos alertar que seríamos dominados pela máquina. Isto ficou claro, no filme Matrix (1999) onde o autor fez um protótipo entre Neo e Jesus Cristo, como este sendo o Messias. Neo tem uma missão que é resgatar a essência do ser humano.

Tanto Chaplin como o autor de Matriz, embora em décadas diferentes tentam nos passar que: “Vivendo com amor e sabedoria o homem poderá ser mais tolerante e criativo, com a incansável capacidade de se refazer de idéias e noções, que construam uma ética” para si “e” para outros. Por meio do seu fazer, poderá responsabilizar-se por uma transformação, que se apresenta predominantemente injusto, violento e cruel.

Alunos DMD/4B
Marlene Moreno de Jesus
Sandra Alves
Mauricio Souza Santos

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